Evolução da moda praia

Um passeio na praia ou na piscina revela os mais diversos modelos de biquínis, maiôs e sungas. Há para todos os gostos, dos mais comportados aos mais ousados, e todo mundo pode usar o que bem entender.

Mas nem sempre foi assim. As primeiras roupas de banho já criadas não lembram em nada o que vemos nos dias de hoje. Homens e mulheres utilizavam duas peças: eles, bermudão e camiseta e elas, vestido e calça. As cores eram sempre sóbrias, e o mais engraçado era que o modelito ainda acompanhava um cinto.

No século 20 já havia diferentes formas de se produzir tecidos, e por isso ficavam cada vez mais leves e confortáveis. Porém, tudo ainda muito comportado, com peças únicas acompanhadas de acessórios como, por exemplo, cintos e toucas.

Na década seguinte, os maiôs começaram a ganhar força, bem mais curtos, com decotes mais cavados e tecidos sintéticos que secavam mais rapidamente. A maior revolução da moda praia veio com a criação do biquíni, nos anos 40. Um escândalo na época, somente mulheres muito corajosas e bem resolvidas apostavam no visual de duas peças, que agora ganhava também estampas e cores.

biquini

No Brasil, por incrível que pareça, a moda praia também seguia os mesmos moldes. A primeira mulher a desfilar de biquíni no Rio de Janeiro em 1948 foi a artista alemã Mirian Etz, que causou furor na sociedade carioca da época.

A partir daí, muita coisa foi mudando. E os maiôs foram ganhando cortes mais ousados, como o famoso modelo “engana mamãe” que de costas, parece um biquíni. Nos anos 70, devido às tendências mundiais de liberação sexual da mulher, os biquínis foram ficando cada vez menores, mais cavados, coloridos e com cintura alta.

moda praia

Nos anos 80, um ícone de uma época surgia, o biquíni asa delta, que logo caiu no gosto das brasileiras. Em seguida, vieram os modelos com lacinhos, nozinhos e outros detalhes. Nos anos 90 o tomara que caia fazia o maior sucesso, abrindo caminho para a liberdade que todas têm hoje de escolher o que mais gosta e fica melhor no corpo.

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